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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Alceu Valença em Itapetim

ALCEU VALENÇA ESTARÁ EM ITAPETIM



Este ano, Itapetim trará Alceu Valença para abrilhantar o São Pedro! Além de outras atrações, dia 29, Alceu sobe ao palco para agitar o Sertão.

Veja a programação:

Dia 24
Festival Municipal de Danças Juninas / Netinho do Forró
 
Dia 25
Inauguração da Praça Simão Leite
Congresso de Repentistas Itapetinenses
Forró Superação
 
Dia 26
Vicente di Paula
Netinho do Forró
Trio Irapuã
Waldonys
Delmiro Barros
 
Dia 27
Banda Eclipsom
Forro Badauê
Amigos do Forró
 
Dia 28
Lostiba
Banda Pinga Fogo
Forró da Pegação
K’ceteiros do Forró
 
Dia 29
Alceu Valença
The Brothers
Carneiro do Acordeom

sábado, 22 de junho de 2013

Roda de Glosas Feminina

RODA DE GLOSAS FEMININA SERÁ REALIZADA EM SÃO JOSÉ DO EGITO



A I Roda de Glosas Feminina do Pajeú já não será realizada em Tuparetama. Segundo o organizador, Marcos Passos, o evento ocorrerá na mesma data divulgada, 20 de Julho, porém no Centro de Inclusão Digital em São José do Egito. O evento fará parte da homenagem prestada a poetisa Severina Branca. 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Rascunhos...




"E a minha inspiração,
Quando vê o meu Sertão,
Vestindo-se de alegria,
Segura na mão de Deus
E os sentimentos meus,
Se transformam em poesia!" 

                  ( Veronica Sobral) 

I Roda de Glosas Feminina do Pajeú!

TUPARETAMA SEDIA PRIMEIRA RODA DE GLOSAS FEMININA DO PAJEÚ


Depois de tantos poetas glosando numa mesa, surge a vez das mulheres!

Será dia 20 de julho. 20h. Um Balaio Cultural especial em homenagem à poetisa SEVERINA BRANCA.
O evento será na cidade de Tuparetama/PE e contará, também, com um recital feminino.

As glosadoras:
Adriana Souza – Tuparetama/PE
Ágda Moura – Prata/PB
Ana Clara Souza – São José do Egito/PE
Dayane Rocha – Brejinho de Tabira/PE
Elenilda Amaral – Afogados da Ingazeira/PE
Mariana Teles – Tuparetama/PE
Mariana Veras – Tuparetama/PE

As declamadoras:
Belinha – São José do Egito/PE
Erivoneide Amaral – Afogados da Ingazeira/PE
Joyce Maria – Brejinho de Tabira/PE
Lara Moura – Prata/PB
Monique D’ângelo – Itapetim/PE
Pepita Lins – Tabira/PE
Sara Cristovão – Brejinho de Tabira/PE
Verônica Sobral- Tabira/PE
Thyelle Dias – Livramento/PB

domingo, 16 de junho de 2013

Saudade não mata...Inspira...

Transformei o meu peito em moradia
Pra te ver se mudar completamente,
Fiz limpeza, aqueci o ambiente,
Caprichei no castelo que eu fazia.
Porém não vi durar tua estadia
No aconchego de amor que’u tinha feito,
Tinha tudo pra ser tudo perfeito,
Mas a porta da casa está trancada
E A SAUDADE DE TI JÁ FEZ MORADA
NO OITÃO DA PAREDE DO MEU PEITO.
                       
Sem reservas te fiz meu morador,
Não cobrei um centavo de aluguel,
Sem contrato assinado no papel
Confiei cegamente em teu amor.
Foste embora, esta casa está sem cor,
Morador de outra forma eu não aceito
A saudade chegou pra ter direito,
Contra ela eu não pude fazer nada
A SAUDADE DE TI JÁ FEZ MORADA
NO OITÃO DA PAREDE DO MEU PEITO.

E tentando expulsar essa infeliz
Que atormenta meu corpo a toda hora,
Deixei claro dizendo: Vá embora!
E foi essa a besteira que eu fiz...
Foi forçando que vi criar raiz...
Ficou firme, arrancar não tem mais jeito,
Lutar contra não surte mais efeito
É melhor eu ficar acostumada
QUE A SAUDADE DE TI JÁ FEZ MORADA
NO OITÃO DA PAREDE DO MEU PEITO.
                   Elenilda Amaral


terça-feira, 11 de junho de 2013

Poeta Vinicius Gregório!

DESABAFO PESSOAL



TENTEI FAZER UM POEMA
PRA MENTIRA E FALSIDADE,
MAS VI QUE NEM COMPENSAVA,
ENTÃO PAREI NA METADE,
QUE EU NÃO VOU GASTAR POESIA
COM ATOS DE HIPOCRISIA,
QUANDO EU CARREGO A VERDADE.

SE MINHA VIDA É VERDADE,
A MENTIRA NÃO ME INSPIRA.
E QUEM FOR FALAR DE MIM,
DESPEJANDO A SUA IRA,
VENDO MINHA EXATIDÃO,
NÃO VAI ACHAR BRECHA, ENTÃO,
VAI SE VALER DA MENTIRA.

                                                          Vinícius Gregório

quarta-feira, 5 de junho de 2013

São João com Calypso em São José do Egito.

Consta na agenda da Banda Calypso que no dia 24 de Junho Joelma e sua banda estarão fazendo o São João de São José do Egito. Eis alguns questionamentos:

Quem promove? 

Quem tem tanto dinheiro para "empregar" ou "investir" em tão "renomada" banda musical?

O que tem a ver com a cultura Junina de São José do Egito?

É, depois de Alceu, Santana, Flávio Leandro, Pegada Pernambucana, Quinteto Violado, Fagner, promessa de Zé Ramalho em Afogados da Ingazeira... Nosso Pajeú espera agora por Banda Calypso. 

Ainda bem que é a banda, imagina quando for o todo?! Não aguentei! Acabei falando!


domingo, 2 de junho de 2013

Gislândio Araújo: Fim de seca!


POETA SE INSPIRA E ESCREVE FIM DE SECA


-FIM DE SECA 

Com um poema que presta
Dedé encantou a nós
E vinícius logo após
Poetizou "fim de festa."
Isabelly, foi modesta
E a missa quis terminar,
E Dudu ao recitar
Depois que a aula termina
Deixou aberta a cortina
Para "fim de seca'' entrar.

Terminando a estiagem
Nossa vida fica bela.
A borboleta amarela,
Muda a cor da paisagem.
Temos uma nova imagem
Sob a proteção divina
Que a terra pequenina
Com a chuva se engrandece
E o povo inteiro agradece
Depois que a seca termina.

Tem um cururu cantando
No açude quase arrombado
E um moleque grudado
No lamaceiro brincando.
Buracos vão se formando
Parecendo uma piscina
Que o sereno e a neblina
Escavacaram no chão
É mais bonito o sertão,
Depois que a seca termina.

Uma formiga carrega
O filho que vai nascer
Vai com medo de morrer
Nessa chuva que lhes pega.
O dono fecha a bodega
Situada numa esquina
Matuto a cabeça inclina
E agradece ao criador
Que tudo tem mais valor
Depois que a seca termina.

Uma casa com goteira
Fica todinha molhada
Onde a dona diz zangada:
Que o teto é uma peneira.
Estrada não tem poeira
E a nuvem que era fina
Engrossa feito cortina
Feita de pano pesado
Pra deixar o chão molhado
Depois que a seca termina.

E o solo esturricado
Sedento, rachado e feio
Novamente vira um meio
Para gente sair melado.
O gado que era lascado
Numa quentura ferina
Agora come e rumina
O seu campim saboroso
Que o mato só é gostoso
Depois que a seca termina

Na noite relampeada
Danam-se a contar história
Dizendo que a vitória
Vem do céu e da inchada.
Cada um, de madrugada
Levanta na sua sina
Vendo a boneca menina
Crescer no meio do milho
Vai pra roça pai e filho
Depois que a seca termina.

Tem batata, tem feijão
Para não fazer vergonha
Tem canjica, tem pamonha
Carne de gado e pirão.
Tem melancia e melão
Tapioca e margarina
Tudo isso é coisa fina
Que sertanejo consome
Para matar sua fome
Depois que a seca termina.

E fica a mãe natureza
Bem feliz por ajudar
O sertanejo a lucrar
A sua maior riqueza.
A vida ganha beleza
E vira uma grande mina
De alegria nordestina
Exportada para o povo
Pois tudo fica mais novo
Depois que a seca termina.

E que esse mal medonho
Seja um dia terminado
Com o sertão acordado,
Para ver tão grande sonho.
Aos pés de deus eu me ponho,
Do padre toco a batina,
Me levanto na matina
Mas não consigo prever
Só resta agora saber
Quando é que a seca termina.
                                                               (Gislândio Araújo)


Gislândio é poeta, natural de Brejinho - PE, um dos organizadores da Sexta da Cultura naquela cidade